Vítima de câncer de pâncreas, morreu em Aracaju o jornalista Diógenes Brayner, aos 79 anos. O comunicador faleceu na noite desta quarta-feira (24). O corpo está sendo velado no Velatório Osaf e será cremado às 15h desta quinta-feira (25), no Crematório Vila da Paz, localizado no povoado Caueira, em Itaporanga d’Ajuda.
Diógenes Brayner teve destacada atuação no jornalismo sergipano, deixando um legado de profissionalismo e dedicação à comunicação.
Natural de Petrolândia, em Pernambuco, Brayner construiu grande parte de sua carreira nos veículos de comunicação do Nordeste. Formado em Comunicação Social no Recife, percorreu diversos estados antes de chegar a Sergipe. Em uma dessas passagens, viveu em uma cidade de Mato Grosso do Sul, onde atuou como bancário concursado do Banco do Brasil, profissão que posteriormente deixou para se dedicar integralmente ao jornalismo.

Diógenes Brayner deixa legado no jornalismo sergipano após luta contra câncer de pâncreas – Foto: arquivo/família
Ao longo da carreira, foi diretor do Diário de Pernambuco e chegou a Sergipe na década de 1990 para assumir o cargo de editor-geral da Gazeta de Sergipe. Também atuou como editor do extinto Jornal de Sergipe e trabalhou nos jornais Gazeta de Sergipe e Correio de Sergipe.
Posteriormente, destacou-se no colunismo político com a coluna diária Plenário. Mais tarde, fundou o portal Faxaju, onde manteve a publicação diária da coluna, tornando-se uma das principais referências da cobertura política sergipana.
Acompanhe também o SE Notícias no Twitter, Facebook e no Instagram
Redação, com informações de Adiberto de Souza



















































