A Subsecretaria Estadual de Proteção e Defesa Civil (Spdec) reuniu-se virtualmente com as coordenadorias municipais na manhã desta quarta-feira, 25, a fim de divulgar o panorama atual das previsões climáticas emitidas pelas instituições oficiais e orientá-las quanto às medidas preventivas e decisões a serem tomadas em situações que saiam da normalidade.
O subsecretário de Proteção e Defesa Civil, coronel Luciano Queiroz, disse que a reunião se faz necessária a fim de alinhar possíveis atuações a serem desenvolvidas. “Nos últimos dias, algumas regiões do país têm registrado instabilidade climática, e, conforme informações dos órgãos de meteorologia, existe previsão de chuvas moderadas a intensas a partir da noite de hoje, até o domingo, 1º de março”, explicou.

Objetivo é alinhar ações preventivas em possíveis situações de anormalidade – Foto: ascom/Defesa Civil
De acordo com a gerente de Monitoramento e Alerta da Spdec, Lumma Costa, as precipitações ocorrerão em todo o estado. “Os boletins emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Sustentabilidade e Ações Climáticas (Semac) apontam que a maior incidência acontecerá em municípios do sul, agreste e sertão, podendo também se estender para outras regiões”, ressaltou.
Ainda segundo Luciano Queiroz, é primordial que as 75 coordenadorias municipais de Defesa Civil estejam de prontidão nos próximos dias. “É preciso intensificar o trabalho de prevenção e preparação junto aos munícipes, a exemplo da realização de limpeza de bueiros, levantamento das áreas de risco, sobretudo àquelas onde ocorrem alagamentos e deslizamentos em épocas chuvosas, bem como reforçar as orientações no que diz respeito aos cuidados durante esse período”, frisou.
O gestor pontuou junto aos coordenadores outras ações a serem realizadas. “Os últimos eventos climáticos ocorridos no estado demonstraram o quanto as coordenadorias estão mais ativas e autônomas. No entanto, é importante reforçar o monitoramento das estações climáticas em tempo real, sendo que os municípios que ainda não as dispõem podem pedir auxílio às cidades vizinhas, monitorar locais de possíveis riscos não verificados antes e manter contato frequente com a Defesa Civil Estadual para que, em situações de anormalidade, a população possa ser assistida de maneira mais rápida e efetiva”, reiterou.
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Ascom/Defesa Civil

















































