A preocupação com a queda de cabelo tem atingido cada vez mais cedo a população e impulsionado a busca por soluções definitivas. Um levantamento recente divulgado por O Globo aponta que 88% dos jovens entre 18 e 24 anos afirmam estar preocupados com a perda capilar, índice superior à média geral de 74%. O estudo ainda revela que o problema impacta diretamente a autoconfiança de 25% dos entrevistados e interfere na saúde mental de 10% deles.
No Brasil, a demanda por restauração capilar segue a mesma curva de crescimento: dados da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC) mostram que cerca de 80% dos pacientes procuram o transplante por alopecia androgenética, a chamada calvície genética, enquanto mais de 6 mil procedimentos são realizados anualmente no país, com aumento progressivo na procura por técnicas menos invasivas e resultados naturais.

Dr. Claiton destaca que a evolução tecnológica transformou completamente o perfil do procedimento – Foto: ascom/divulgação
Médico especialista em anestesiologia, pós-graduado em terapia intensiva, tricologia e terapias capilares, com formação avançada em transplante capilar no Brasil e na Argentina, Dr. Claiton destaca que a evolução tecnológica transformou completamente o perfil do procedimento. “O transplante capilar moderno deixou de ser uma cirurgia meramente estética para se tornar um procedimento de reconstrução da autoestima. Hoje conseguimos trabalhar com precisão milimétrica, respeitando a direção, angulação e densidade dos fios, o que garante naturalidade e segurança muito superiores às técnicas antigas”, explica.
A técnica FUE — Follicular Unit Extraction ou Extração de Unidades Foliculares — é atualmente a mais utilizada no mundo e representa um dos maiores avanços da restauração capilar contemporânea. O método consiste na retirada individual das unidades foliculares da área doadora para posterior implantação fio a fio na região receptora. Estudos científicos internacionais publicados na National Library of Medicine apontam que a FUE reduz cicatrizes visíveis, acelera a recuperação e aumenta a produtividade cirúrgica, permitindo sessões com milhares de folículos em um único dia. No Brasil, a técnica já domina a maior parte dos procedimentos justamente pela combinação entre mínima invasividade e excelência estética.
Segundo Dr. Claiton Pires, o sucesso da cirurgia, porém, vai além da retirada e implantação dos fios. “Um planejamento cirúrgico bem estruturado começa no gerenciamento da área doadora. Não basta implantar muitos fios; é preciso preservar o patrimônio capilar do paciente e desenhar uma linha frontal compatível com idade, anatomia facial e progressão futura da calvície. É esse raciocínio médico que define um resultado verdadeiramente natural”, afirma Dr. Claiton Pires médico referência em transplante capilar.
A procura crescente também está ligada à mudança no perfil dos pacientes. Se antes a cirurgia era mais comum em homens maduros, hoje jovens adultos têm buscado a intervenção cada vez mais cedo, motivados não apenas pela estética, mas pelos reflexos emocionais da calvície. Dados recentes da própria ABCRC mostram que a maior faixa de procura está entre 30 e 39 anos e que os homens representam cerca de 90% dos pacientes cirúrgicos, embora a demanda feminina também venha crescendo.
Reconhecido nacionalmente desde o início da carreira — quando conquistou o primeiro lugar no Brasil na prova de título de especialista em anestesiologia, recebendo o Prêmio Affonso Fortis — o médico afirma que a humanização continua sendo o centro do trabalho, mesmo em meio a tanta tecnologia. “Eu me dedico a receber os pacientes, que sempre se transformam em amigos, acolhendo esta necessidade e ajudando em uma transformação que não é apenas estética, mas um reencontro consigo mesmo diante do espelho”, conclui Dr. Claiton Pires.
Em um cenário em que a preocupação com a imagem e a saúde emocional cresce entre os brasileiros, o transplante capilar FUE surge como a solução moderna para a calvície, unindo ciência, inovação e resultados cada vez mais discretos — e Sergipe já acompanha esse novo momento da medicina capilar com estrutura especializada e padrão de excelência internacional.
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por Rodrigo Alves






















































