Iniciativa reúne avaliação especializada, acompanhamento dos sintomas e diferentes opções terapêuticas para reduzir o impacto da doença na saúde e na fertilidade feminina.
A endometriose afeta aproximadamente 8 milhões de brasileiras em idade reprodutiva — o equivalente a cerca de 5% a 15% das mulheres nessa faixa etária. Apesar da elevada incidência, o diagnóstico definitivo ainda pode levar de sete a dez anos após o surgimento dos primeiros sintomas, prolongando a dor e comprometendo a qualidade de vida das pacientes.

Iniciativa reúne avaliação especializada, acompanhamento dos sintomas e diferentes opções terapêuticas para reduzir o impacto da doença – Foto: ascom/divulgação
Diante desse cenário, o Grupo Santa Helena tem ampliado, em Sergipe, as ações voltadas ao diagnóstico e ao tratamento da doença. A proposta é oferecer uma assistência especializada e estruturada, capaz de reconhecer as diferentes manifestações da endometriose e definir uma abordagem individualizada para cada paciente.
Entre os profissionais que integram o grupo está o Dr. Luccas Chagas, especialista em cirurgias complexas de endometriose e câncer. O médico é membro da Society of Endometriosis and Uterine Disorders (SEUD) e da Sociedade Brasileira de Endometriose (SBE), além de atuar no acompanhamento de casos que exigem avaliação especializada.
Como parte desse trabalho, o especialista desenvolveu um método de avaliação dividido em oito seções. O protocolo reúne identificação pessoal, histórico médico, quantificação das dores e de outros sintomas, avaliação de manifestações urinárias e intestinais, análise da qualidade de vida global e consentimentos.
A organização das informações permite compreender de forma mais ampla como a doença afeta a rotina da paciente. Isso é especialmente importante porque a endometriose pode se manifestar de diferentes maneiras e envolver, além dos órgãos reprodutivos, estruturas do sistema urinário e intestinal.
Entre os principais sinais de alerta estão cólicas menstruais intensas, dor pélvica crônica, dor durante as relações sexuais, alterações intestinais ou urinárias no período menstrual e dificuldade para engravidar. A intensidade dos sintomas, no entanto, nem sempre corresponde à extensão da doença, o que reforça a importância de uma investigação médica criteriosa.
O investimento da Maternidade Santa Helena nessa área também está relacionado ao impacto da endometriose sobre a fertilidade. Ao oferecer acompanhamento especializado, a instituição busca controlar a doença, preservar a saúde reprodutiva e contribuir para que mais mulheres possam realizar o desejo da maternidade.
“O tratamento é definido conforme os sintomas, a extensão das lesões, a idade e os planos reprodutivos de cada paciente. As possibilidades incluem medicamentos hormonais, como anticoncepcionais e dispositivos intrauterinos, analgésicos para o controle da dor e, em situações específicas, cirurgia por videolaparoscopia para a retirada dos focos da doença”, afirma Dr. Luccas Chagas.
Com avaliação detalhada e assistência individualizada, as ações desenvolvidas pelo Grupo Santa Helena contribuem para reduzir a demora no diagnóstico e fortalecer o cuidado integral às mulheres com endometriose em Sergipe.
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Da assessoria de imprensa





















































