{"id":74322,"date":"2014-12-28T17:28:40","date_gmt":"2014-12-28T20:28:40","guid":{"rendered":"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/?p=74322"},"modified":"2014-12-30T08:17:05","modified_gmt":"2014-12-30T11:17:05","slug":"idec-lanca-campanha-sobre-a-origem-dos-alimentos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/idec-lanca-campanha-sobre-a-origem-dos-alimentos\/","title":{"rendered":"Instituto de Defesa do Cosumidor lan\u00e7a campanha sobre a origem dos alimentos"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto de Defesa do Cosumidor (Idec) lan\u00e7a campanha para mostrar a import\u00e2ncia de se conhecer a origem dos alimentos. Segundo o Idec, no Brasil, os compradores t\u00eam muito pouco acesso a quest\u00f5es como: regi\u00e3o onde o alimento foi produzido, em que condi\u00e7\u00f5es isso foi feito e quais subst\u00e2ncias foram usadas durante a cadeia produtiva, at\u00e9 chegar ao supermercado.<\/p>\n<div id=\"attachment_74323\" style=\"width: 590px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/alimentos.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-74323\" class=\"size-full wp-image-74323\" alt=\" A pr\u00e1tica de rastrear e informar ao consumidor dados sobre a origem do produto j\u00e1 existe em diversos pa\u00edses, sobretudo na Europa)Antonio Cruz\/Ag\u00eancia Brasil\" src=\"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/alimentos.jpg\" width=\"580\" height=\"388\" srcset=\"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/alimentos.jpg 580w, https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/alimentos-300x200.jpg 300w, https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2014\/12\/alimentos-342x228.jpg 342w\" sizes=\"(max-width: 580px) 100vw, 580px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-74323\" class=\"wp-caption-text\"><br \/>A pr\u00e1tica de rastrear e informar ao consumidor dados sobre a origem do produto j\u00e1 existe em diversos pa\u00edses, sobretudo na Europa)Antonio Cruz\/Ag\u00eancia Brasil<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Saber de onde v\u00eam os alimentos significa saber informa\u00e7\u00f5es sobre como o alimento foi plantado, se foi ou n\u00e3o usado agrot\u00f3xico e se a quantidade usada est\u00e1 dentro do limite estabelecido por lei, saber a dist\u00e2ncia entre onde o alimento foi produzido e onde est\u00e1 sendo vendido, pois quanto mais pr\u00f3ximo, mais fresco e menos poluentes s\u00e3o emitidos no transporte&#8221;, explica a nutricionista do Idec, Ana Paula Bortoletto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A campanha De onde vem? visa a promover a rastreabilidade dos alimentos, uma quest\u00e3o que ainda n\u00e3o foi regulada no Brasil. Algumas redes de supermercados e produtores t\u00eam iniciativas pr\u00f3prias para fornecer essas informa\u00e7\u00f5es. Segundo Ana Paula, a pr\u00e1tica j\u00e1 existe em diversos pa\u00edses, sobretudo na Europa, que divulga, inclusive, o nome do produtor dos alimentos. De acordo com a nutricionista, a Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa) discute ainda internamente uma regula\u00e7\u00e3o para o pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O objetivo da campanha do Idec \u00e9 conscientizar o consumidor: &#8220;o consumidor pode buscar infoma\u00e7\u00e3o no pr\u00f3prio supermercado, pois ele tem que controlar a origem do alimento para, no caso de haver alguma contamina\u00e7\u00e3o, identificar facilmente onde est\u00e1 o problema e tirar o produto de circula\u00e7\u00e3o. O consumidor pode tamb\u00e9m cobrar mais informa\u00e7\u00f5es do supermercado. Al\u00e9m disso, quando vier a p\u00fablico a dicuss\u00e3o sobre a regulamenta\u00e7\u00e3o pela Anvisa, o consumidor poder\u00e1 apoiar a iniciativa&#8221;, acrescenta Ana Paula.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O ideial, segundo o Idec, \u00e9 que as g\u00f4ndolas dos supermercado indiquem o produto, a variedade, o produtor e o centro de distribui\u00e7\u00e3o &#8211; quando houver, CPF\/CNPJ, endere\u00e7o, data de produ\u00e7\u00e3o, lote e se houve uso ou n\u00e3o de agrot\u00f3xicos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O instituto realizou pequisa que mostra que o principal problema est\u00e1 nos alimentos a granel, apenas 0,06% dos alimentos apresentam alguma informa\u00e7\u00e3o ao consumidor. Entre os alimentos embalados, s\u00e3o 42,6%. Os alimentos org\u00e2nicos est\u00e3o em vantagem e somam 56,5% contra 28,7% dos convencionais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em v\u00eddeo no Youtube, a jornalista Francine Lima, criadora do canal Do Campo \u00e0 Mesa, que debate a composi\u00e7\u00e3o nutricional dos alimentos industrializados apresenta outra forma de rastrear a origem dos alimentos usando smartphones com acesso \u00e0 internet, que pode se somar aos cartazes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Alguns produtores j\u00e1 usam a tecnologia e colocam nas embalagens uma etiqueta com links ou c\u00f3digos que permitem acessar informa\u00e7\u00f5es sobre os alimentos. &#8220;Os sistemas de rastreamento servem para contar a hist\u00f3ria de vida do alimento. No caso da carne rastreada, o sistema pode contar em qual fazenda o boi viveu, o que ele comeu, em qual abatedouro e quando ele morreu, quando ele foi entregue no supermercado. Todas essas informa\u00e7\u00f5es sobre a vida do boi ficam registradas no sistema de computador que pode ser acessado via internet&#8221;, explica a jornalista. O mesmo se aplica a frutas e verduras e outos alimentos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em>Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Instituto de Defesa do Cosumidor (Idec) lan\u00e7a campanha para mostrar a import\u00e2ncia de se conhecer a origem dos alimentos. 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