{"id":24513,"date":"2012-02-11T11:30:00","date_gmt":"2012-02-11T14:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/?p=24513"},"modified":"2012-02-11T11:31:45","modified_gmt":"2012-02-11T14:31:45","slug":"24513","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/24513\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s sequ\u00eancia de quatro greves, militares protestam nos Estados e amea\u00e7am novas paralisa\u00e7\u00f5es no Nordeste"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #333333;\"><strong><br \/>\n<\/strong><\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_24514\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/policiais-militares-em-greve-deixam-a-assembleia-legislativa-da-bahia-em-salvador-1328786115419_300x230.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-24514\" class=\"size-full wp-image-24514\" title=\"policiais-militares-em-greve-deixam-a-assembleia-legislativa-da-bahia-em-salvador-1328786115419_300x230\" src=\"http:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/policiais-militares-em-greve-deixam-a-assembleia-legislativa-da-bahia-em-salvador-1328786115419_300x230.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"230\" srcset=\"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/policiais-militares-em-greve-deixam-a-assembleia-legislativa-da-bahia-em-salvador-1328786115419_300x230.jpg 300w, https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2012\/02\/policiais-militares-em-greve-deixam-a-assembleia-legislativa-da-bahia-em-salvador-1328786115419_300x230-60x45.jpg 60w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-24514\" class=\"wp-caption-text\">Grevistas deixam a Assembleia Legislativa. (Foto: Reprodu\u00e7\u00e3o)<\/p><\/div>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar da grande repercuss\u00e3o causada pela onda de viol\u00eancia na Bahia, a greve dos policiais baianos foi mais uma na sequ\u00eancia de paralisa\u00e7\u00f5es que vem assustando governos e a popula\u00e7\u00e3o do Nordeste. Quatro Estados passaram por casos nos \u00faltimos seis meses, e pelo menos mais um pode enfrentar greve j\u00e1 nos pr\u00f3ximos dias.<\/p>\n<p>Somente nos \u00faltimos dois meses, os protestos causaram paralisa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os em tr\u00eas Estados: al\u00e9m da Bahia, Maranh\u00e3o e Cear\u00e1 enfrentaram problemas. As tr\u00eas greves precisaram de interven\u00e7\u00e3o federal, com a publica\u00e7\u00e3o dos decretos de GLO (Garantia de Lei e de Ordem), que tiraram o comando da seguran\u00e7a p\u00fablica dos Estados e o repassaram para o Minist\u00e9rio da Defesa. Em todas as greves, os militares tiveram decis\u00f5es da Justi\u00e7a que as consideraram irregulares, mas seguiram e conquistaram reajustes bem acima da infla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Outro caso ocorreu no Piau\u00ed, onde, em agosto de 2011, os militares realizaram uma \u201cgreve branca\u201d, com os policiais indo ao trabalho, mas se recusando a executar as atividades de rua. Como as outras paralisa\u00e7\u00f5es, homens da For\u00e7a Nacional foram acionados.<\/p>\n<p>Dos cinco Estados que ainda n\u00e3o passaram por greve do Nordeste, pelo menos um est\u00e1 na imin\u00eancia de uma greve. Campe\u00e3o em \u00edndice de assassinatos, Alagoas ter\u00e1 o destino decidido na pr\u00f3xima quarta-feira (15), quando o movimento unificado da seguran\u00e7a p\u00fablica ter\u00e1 uma reuni\u00e3o com o governo do Estado e dever\u00e1 ter uma resposta sobre as reivindica\u00e7\u00f5es solicitadas. No mesmo dia \u00e0 tarde, os militares se re\u00fanem em assembleia onde votar\u00e3o um indicativo de greve, caso as solicita\u00e7\u00f5es n\u00e3o sejam atendidas.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Militares, major Wellington Fragoso, os \u00e2nimos da tropa est\u00e3o acirrados e existe chance real de paralisa\u00e7\u00e3o. \u201cNo ano passado, para encerrarmos uma mobiliza\u00e7\u00e3o, abrimos m\u00e3o de seis data base, para termos a corre\u00e7\u00e3o do quinqu\u00eanios, com base na Constitui\u00e7\u00e3o, e uma reposi\u00e7\u00e3o residual de 7%. N\u00e3o estamos pedindo nada sup\u00e9rfluo. Estamos brigando pelo que est\u00e1 na lei. Nossa revolta \u00e9 essa. O problema \u00e9 que o governo blefou naquela ocasi\u00e3o. O objetivo agora \u00e9 negociar, mas quarta \u00e9 o &#8216;dia D&#8217;. Se n\u00e3o acenar com uma proposta convincente, teremos uma mobiliza\u00e7\u00e3o que prejudicar\u00e1 muito o povo alagoano\u201d, adiantou o militar.<\/p>\n<p>Em nota, a Secretaria de Estado da Gest\u00e3o P\u00fablica informou que a proposta dos militares est\u00e1 sob an\u00e1lise do governador Teotonio Vilela Filho (PSDB), que dever\u00e1 responder na quarta sobre os pedidos. O governo informou ainda que acredita em uma solu\u00e7\u00e3o negociada, sem paralisa\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/p>\n<p>Segundo Fragoso, o governo federal tem culpa direta nas greves que v\u00eam ocorrendo pelo pa\u00eds, j\u00e1 que n\u00e3o se discute a melhoria de sal\u00e1rios dos militares. \u201cO governo federal precisa acordar, porque esses movimentos est\u00e3o estourando por todo o Nordeste, por todo o pa\u00eds. A regulamenta\u00e7\u00e3o do piso nacional acalmaria os militares, que est\u00e3o insatisfeitos e por isso paralisam as atividades. Essa \u00e9 uma necessidade\u201d, disse.<\/p>\n<p>Em Pernambuco, o tema greve veio \u00e0 tona ap\u00f3s publica\u00e7\u00e3o de nota pela Associa\u00e7\u00e3o Pernambucana de Cabos e Soldados de Pernambuco, no \u00faltimo dia 6, onde alertou que \u201cpoliciais e bombeiros militares de Pernambuco devem ficar atentos. A qualquer momento a ACS-PE estar\u00e1 convocando uma Assembleia Geral para discutir assuntos de interesse da tropa, especialmente sobre as escalas de trabalho escravizantes, a falta de previs\u00e3o das promo\u00e7\u00f5es e outras reivindica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o foram atendidas, o que vem gerando grande insatisfa\u00e7\u00e3o entre PMs e bombeiros\u201d, disse o texto.<\/p>\n<p>A nota disse ainda que \u201ch\u00e1 uma possibilidade de movimento nacional, a qual dever\u00e1 ser definida em reuni\u00e3o extraordin\u00e1ria com todos os integrantes da Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Pra\u00e7as (ANASPRA).\u201d<\/p>\n<p>Segundo a Associa\u00e7\u00e3o de Cabos e Soldados, a publica\u00e7\u00e3o foi o suficiente para que, \u00e0 pressas, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco convocasse os militares para uma reuni\u00e3o, que ocorreu no \u00faltimo dia 8. O encontro terminou com sinaliza\u00e7\u00e3o positiva sobre as reivindica\u00e7\u00f5es e os \u00e2nimos, pelo menos por enquanto, est\u00e3o acalmados.<\/p>\n<p>A Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou ao UOL que n\u00e3o existe clima que aponte para a deflagra\u00e7\u00e3o de uma greve de militares no Estado.<\/p>\n<p>Em Sergipe, as associa\u00e7\u00f5es alegam que o clima da tropa tamb\u00e9m \u00e9 de insatisfa\u00e7\u00e3o. O problema no Estado n\u00e3o \u00e9 sal\u00e1rio, mas sim carga hor\u00e1ria, t\u00edquete alimenta\u00e7\u00e3o e lei de organiza\u00e7\u00e3o da PM. Outro pedido \u00e9 que, no pr\u00f3ximo concurso, apenas pessoas com n\u00edvel superior possam ingressar na carreira. Apesar das reivindica\u00e7\u00f5es, n\u00e3o existe previs\u00e3o de greve, mas h\u00e1 protestos em andamento que dificultam o funcionamento da PM e bombeiros, e pressionam o governo.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s estamos com o clima acirrado. Mas n\u00e3o pensamos em greve ou em aquartelamento. Adotamos uma pol\u00edtica diferente. Por exemplo, a lei diz que os ve\u00edculos s\u00f3 podem circular nas ruas se forem licenciados. E n\u00f3s descobrimos que os carros militares n\u00e3o eram licenciados. O que fizemos: paramos esses carros desde o dia 14 de janeiro. N\u00e3o deixamos de trabalhar, mas passamos a ir a p\u00e9. Paramos at\u00e9 o aeroporto, que precisa de bombeiros para receber voos. Desde l\u00e1, metade da frota foi legalizada, mas metade ainda est\u00e1 parada. Outro ponto: o estatuto da PM diz que devem ser dadas quatro fardas por ano aos militares. E h\u00e1 quatro anos estamos sem receber fardamento. Logo, estamos trabalhado \u00e0 paisana\u201d, disse o sargento Edgar Menezes, presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Militares de Sergipe.<\/p>\n<p>O militar alegou ser contra a paralisa\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os. \u201cFizemos aquartelamento em 2000 e 2001 e n\u00e3o conseguimos nada. Agora, com essas a\u00e7\u00f5es, conseguimos duplicar os sal\u00e1rios nos \u00faltimos anos. O governo est\u00e1 se movimentando porque a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 do nosso lado. Temos outras 10 cartas na manga, que podemos usar para pressionar o governo. Greve n\u00e3o iremos fazer\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>No Rio Grande do Norte, os militares n\u00e3o t\u00eam protestos em vista, mas duas reivindica\u00e7\u00f5es ao governo preocupam as associa\u00e7\u00f5es. Uma delas j\u00e1 est\u00e1 acordada para ser implantada em julho: a transforma\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio em subs\u00eddio. A outra reivindica\u00e7\u00e3o \u00e9 referente ao plano de carreiras, que n\u00e3o est\u00e1 garantido ainda pelo governo. \u201cA gente espera que n\u00e3o seja preciso greve. Deveremos nos pr\u00f3ximos dias iniciar uma campanha, inclusive publicit\u00e1ria, para falar sobre essa situa\u00e7\u00e3o\u201d, disse Roberto Campos, presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Cabos e Soldados do Rio Grande do Norte.<\/p>\n<p>O UOL tentou, durante toda a semana, contato com as associa\u00e7\u00f5es de Cabos e Soldados e de Militares Reformados da Para\u00edba, para saber se existe previs\u00e3o de greve e quais as reivindica\u00e7\u00f5es da categoria, mas nenhuma das liga\u00e7\u00f5es feitas para quatro n\u00fameros diferentes foi atendida ou completada.<\/p>\n<p>Segundo a secret\u00e1ria nacional de Seguran\u00e7a P\u00fablica, Regina Miki, n\u00e3o existe nenhuma posi\u00e7\u00e3o do Minist\u00e9rio da Justi\u00e7a sobre a cria\u00e7\u00e3o do piso nacional dos militares, e afirmou que n\u00e3o cabe ao governo federal negociar com os policiais. &#8220;O nosso papel, sem d\u00favida nenhuma, \u00e9 dar condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. N\u00f3s n\u00e3o vamos colocar ju\u00edzo de valor sobre a negocia\u00e7\u00e3o, pois isso n\u00e3o nos cabe, porque o Estado \u00e9 aut\u00f4nomo. Mas em qualquer momento que seja necess\u00e1rio, o governo federal est\u00e1 pronto para ajudar\u201d, afirmou.<br \/>\nGreves pelo Nordeste<\/p>\n<p>As quatro greves realizadas em seis meses causaram estragos em quatro Estados do Nordeste. No Piau\u00ed, durante oito dias de agosto do ano passado, os militares realizaram uma \u201cgreve branca\u201d, com a ades\u00e3o dos policiais ao \u201cMovimento Pol\u00edcia Legal\u201d. Os manifestantes paralisaram o patrulhamento, e o Estado precisou acionar a For\u00e7a Nacional de Seguran\u00e7a. Com a greve, os militares garantiram a aprova\u00e7\u00e3o de uma tabela de reajuste que garantir\u00e1, at\u00e9 2015, aumentos de todas as classes entre 70% e 111%.<\/p>\n<p>A primeira das greves declaradas ocorreu no Maranh\u00e3o, em dezembro de 2011. Os militares ficaram parados por 10 dias e ganharam reajuste de 10,46%, retroativos a janeiro. Al\u00e9m disso, o vale alimenta\u00e7\u00e3o aumentar\u00e1 de R$ 250 para R$ 300 a partir de agosto. A greve come\u00e7ou no dia 23 de novembro. Um dia depois, o Tribunal de Justi\u00e7a do Estado decretou a ilegalidade do movimento. Durante a paralisa\u00e7\u00e3o, cerca de 2.000 homens da For\u00e7a Nacional e do Ex\u00e9rcito foram acionados e controlaram a seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>No Cear\u00e1, no in\u00edcio deste ano, uma greve gerou p\u00e2nico em Fortaleza e levou estabelecimentos comerciais a fechar as portas com medo de arrast\u00f5es. \u00d3rg\u00e3os p\u00fablicos tamb\u00e9m deixaram de funcionar. Muitos empreendimentos mudaram de hor\u00e1rio, e o turismo foi afetado. Na \u00faltima quinta-feira (9), ap\u00f3s mais de um m\u00eas de espera, a Assembleia Legislativa do Cear\u00e1 aprovou o reajuste de R$ 920,18 e a anistia administrativas que paralisaram as atividades por seis dias.<\/p>\n<p>J\u00e1 na Bahia, a greve de militares que come\u00e7ou no \u00faltimo dia 31 e ainda n\u00e3o terminou, apesar de ter sido considerada encerrada, pelo comando da PM, ontem. O governo concedeu a implanta\u00e7\u00e3o de gratifica\u00e7\u00f5es e garantiu anistia administrativa aos policiais que participaram pacificamente da mobiliza\u00e7\u00e3o. Cerca de 4.000 homens da For\u00e7a Nacional, Ex\u00e9rcito e Pol\u00edcia Federal foram enviados ao Estado, que registrou mais de 150 homic\u00eddios nos 11 dias de paralisa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A greve parcial dos policiais militares na Bahia foi deflagrada no dia 31 de janeiro. Dias depois, o movimento foi considerado ilegal. Doze mandados de pris\u00e3o foram expedidos contra policiais militares que lideram o movimento. Todos s\u00e3o acusados de forma\u00e7\u00e3o de quadrilha e roubo de patrim\u00f4nio p\u00fablico (carros da corpora\u00e7\u00e3o). Al\u00e9m dos crimes, os policiais devem passar por um processo administrativo.<\/p>\n<p>Na noite de 9 de fevereiro, a categoria decidiu manter a paralisa\u00e7\u00e3o mesmo ap\u00f3s a desocupa\u00e7\u00e3o da Assembleia Legislativa em Salvador, tomada por agentes amotinados durante dez dias.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/noticias.uol.com.br\/cotidiano\/ultimas-noticias\/2012\/02\/11\/apos-sequencia-de-quatro-greves-militares-protestam-nos-estados-e-ameacam-novas-paralisacoes-no-nordeste.htm\" target=\"_blank\"><span style=\"color: #0000ff;\"><strong>Leia mais em UOL<\/strong><\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar da grande repercuss\u00e3o causada pela onda de viol\u00eancia na Bahia, a greve dos policiais baianos foi mais uma na sequ\u00eancia de paralisa\u00e7\u00f5es que vem assustando governos e a popula\u00e7\u00e3o do Nordeste. 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