{"id":134517,"date":"2022-10-28T15:56:20","date_gmt":"2022-10-28T18:56:20","guid":{"rendered":"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/?p=134517"},"modified":"2022-10-28T15:58:30","modified_gmt":"2022-10-28T18:58:30","slug":"estudo-da-ufs-investiga-circulacao-do-virus-da-febre-amarela-em-sergipe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/estudo-da-ufs-investiga-circulacao-do-virus-da-febre-amarela-em-sergipe\/","title":{"rendered":"Estudo da UFS investiga circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da febre amarela em Sergipe"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe investiga a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da febre amarela no estado. A an\u00e1lise \u00e9 feita atrav\u00e9s da identifica\u00e7\u00e3o de vetores e da sorologia de macacos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"600\" height=\"271\" src=\"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Febre-amarela-SE-Noticias.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-134518\" srcset=\"https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Febre-amarela-SE-Noticias.jpg 600w, https:\/\/senoticias.com.br\/se\/wp-content\/uploads\/2022\/10\/Febre-amarela-SE-Noticias-300x136.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 600px) 100vw, 600px\" \/><figcaption>A pesquisa come\u00e7ou h\u00e1 cerca de dois anos em tr\u00eas cidades sergipanas &#8211; Foto: ascom\/UFS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Tudo iniciou ap\u00f3s a epidemia de febre amarela ocorrida no Sudeste do Brasil entre 2016-2017, quando 261 pessoas e 1.412 macacos morreram em decorr\u00eancia da doen\u00e7a. &#8220;Foi uma epidemia que acabou se expandindo no pa\u00eds e ocorreram muitos casos na Bahia, com uma mortalidade muito grande de macacos, principalmente de sag\u00fcis. Ent\u00e3o, ficou a d\u00favida, ser\u00e1 se esse v\u00edrus j\u00e1 est\u00e1 circulando em Sergipe? Temos vetores silvestres no estado? Quais s\u00e3o esses vetores?&#8221;, explica Roseli La Corte, coordenadora do Laborat\u00f3rio de Entomologia e Parasitologia Tropical (LEPAT).<\/p>\n\n\n\n<p>Iniciada h\u00e1 dois anos, a investiga\u00e7\u00e3o abrange tr\u00eas \u00e1reas de vegeta\u00e7\u00e3o de tr\u00eas munic\u00edpios sergipanos: Grota do Angico, em Po\u00e7o Redondo, no Alto Sert\u00e3o; Mata do Junco, em Capela, no Leste sergipano; e Morro do Urubu, no Parque da Cidade, no bairro Industrial, na zona norte de Aracaju.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Captura de vetores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para identificar a presen\u00e7a de vetores silvestres da febre amarela nas tr\u00eas \u00e1reas de Caatinga e Mata Atl\u00e2ntica do territ\u00f3rio sergipano, os pesquisadores fizeram a captura de mosquitos e larvas dentro e no entorno da vegeta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u200bA coleta de amostras foi feita com o uso de duas armadilhas: ovitrampas &#8211; recipiente com \u00e1gua instalado em \u00e1rvores a 1 e 5 metros do solo &#8211; e aspirador manual &#8211; equipamento de suc\u00e7\u00e3o para captura de mosquitos ao ar livre.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resultados preliminares do trabalho n\u00e3o identificaram a exist\u00eancia de vetores silvestres da febre amarela no Morro do Urubu e na Grota do Angico. No entanto, foi poss\u00edvel localizar esp\u00e9cies silvestres na Mata do Junco.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Coletamos mosquitos tanto dentro da mata fechada para tentar encontrar esp\u00e9cies silvestres que se transmitem febre amarela entre os macacos, bem como fizemos a coleta em \u00e1reas de entorno para identificar mosquitos de \u00e1reas urbanas como o Aedes aegypti,&#8221; aponta a mestranda em Biologia Parasit\u00e1ria da UFS, Iracema Bispo dos Santos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Anticorpos em macacos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Houve tamb\u00e9m a coleta de sangue de 55 sag\u00fcis para a realiza\u00e7\u00e3o de exame sorol\u00f3gico. A an\u00e1lise do material est\u00e1 em andamento, em parceria com o Instituto Evandro Chagas, no Par\u00e1. O objetivo \u00e9 identificar a presen\u00e7a de anticorpos da febre amarela, ou seja, se os primatas j\u00e1 tiveram contato com a doen\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Foi poss\u00edvel encontrar mosquitos de \u00e1rea urbana dentro da mata, sendo as esp\u00e9cies mais abundantes. Isso representa um risco at\u00e9 para as esp\u00e9cies naturais, porque elas competem entre si, sendo que as ex\u00f3ticas s\u00e3o vetores de muitas arboviroses que afetam a popula\u00e7\u00e3o,&#8221; complementa a professora Roseli La Corte.<\/p>\n\n\n\n<p><em><strong>Acompanhe tamb\u00e9m o SE Not\u00edcias no\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/twitter.com\/Senoticias\" target=\"_blank\">Twitter<\/a>,\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.facebook.com\/senoticias1\" target=\"_blank\">Facebook<\/a>\u00a0e no\u00a0<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.instagram.com\/senoticias\/\" target=\"_blank\">Instagram<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: A8SE.com.br<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Sergipe investiga a circula\u00e7\u00e3o do v\u00edrus da febre amarela no estado. 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